quinta-feira, 1 de outubro de 2015

SALVADOR Prefeitura lança Núcleo de Operações Assistidas para monitoramento do trânsito

Foto: Valter Pontes/AGECOM
Ferramenta já está em funcionamento e visa monitorar e gerenciar tráfego com agilidade e eficiência
Mais um importante passo para melhoria da mobilidade em Salvador foi lançado pela Prefeitura nesta quinta-feira (1º), na sede da Superintendência Municipal de Trânsito (Transalvador), nos Barris. O Núcleo de Operação Assistida (NOA) da Transalvador é uma moderna ferramenta de monitoramento e gestão do trânsito, capaz de orientar os profissionais da autarquia ao permitir o acompanhamento em tempo real das operações de tráfego e fiscalização. A cerimônia de lançamento com operação imediata do NOA contou com a presença do prefeito ACM Neto, do secretário municipal de Mobilidade (Semob), Fábio Mota, do superintendente da Transalvador, Fabrizzio Muller, demais autoridades e funcionários da autarquia, que visitaram as instalações do núcleo. O prefeito ressaltou que esta é a segunda das três principais ferramentas desenvolvidas pela Prefeitura para melhoria da circulação de pessoas e veículos na cidade. A primeira ação foi o Centro de Controle e Operações (CCO), que funciona na Semob, em Amaralina, e que já é considerado um sucesso ao ser integrado com o aplicativo CittaMobi. Já o NOA possibilita o acompanhamento imediato das situações de trânsito e atuação com agilidade nas áreas mais críticas de retenção do tráfego. A terceira ferramenta, que deverá ser implantada no próximo ano, é o Centro de Operação Integrada (COI), fruto de uma contrapartida dos shoppings e que deverá integrar o CCO e o NOA, sendo assim um grande integrador de soluções de tecnologia na cidade e que contará com a participação de demais órgãos municipais. Além de receber homenagens do fotógrafo Affonso Garrido e do agente de trânsito e artista plástico Raimundo Luz, mais conhecido como Aranha, o prefeito aproveitou para ressaltar o importante trabalho dos funcionários da Transalvador. “Até 2012, as pessoas olhavam para a Transalvador de forma negativa, e a culpa não era dos agentes. Havia falta de conexão entre gestores e funcionários. Hoje, procuramos valorizar a classe, inclusive escolhendo quadros técnicos para gerir o órgão. Se não fosse por todos os colaboradores do órgão, a Prefeitura não estaria dando passos tão largos como o NOA”, afirmou.

Nenhum comentário: