| Camaçari terá condomínio logístico (Foto: Divulgação) |
A terra das Oportunidades ganha mais um importante conglomerado industrial. O grupo paranaense Essex anunciou a construção do Ecopark Bahia, na Via Parafuso, no Polo Industrial de Camaçari. O Ecopark será um condomínio industrial formado por galpões inteligentes e flexíveis, projetados para atender empresas de logística e indústrias leves. Com investimentos de R$ 300 milhões, o prazo de construção da primeira fase está previsto para 12 meses. Na fase de implantação, o condomínio vai gerar 2 mil empregos. Quando estiver em funcionamento, o Ecopark será um dos mais avançados condomínios logísticos do Brasil.
A escolha do local de construção do empreendimento passou por uma escolha minuciosa. O Ecopark Bahia está estrategicamente localizado na principal rota de abastecimento das regiões Norte e Nordeste do país, entre os portos de Aratu e Salvador e a 20 quilômetros do Aeroporto Internacional de Salvador. Além disso, o diretor da Essex, Luiz Renato Debes, afirmou durante o anúncio do empreendimento, que a Bahia “tem água e energia em abundância, além de uma exponencial capacidade de crescer”. A proposta do projeto é priorizar a iluminação natural e reusar a água.
A implantação do Ecopark será realizada em seis fases. A primeira delas, com 45,4 mil m2 e investimentos de R$ 100 milhões tem conclusão prevista para 2016. Serão módulos a partir de 3.790 m2, com pé-direito livre de 12 metros, modulação de pilares na proporção 24 X 22 m, nove docas elevadas com niveladoras e pisos em concreto nivelados a laser.
De acordo com o secretário da Indústria Comércio e Mineração (SICM), James Correia, o projeto vai complementar os esforços de logística do Governo da Bahia e auxiliar no processo de desenvolvimento de outras empresas, ampliando as oportunidades de negócios. “Estamos querendo adensar a nossa cadeia de autopeças – que irá servir à Ford, JAC e Fóton – e o empreendimento se encaixa perfeitamente nessa estratégia”, explica o secretário.
A implantação do Ecopark será realizada em seis fases. A primeira delas, com 45,4 mil m2 e investimentos de R$ 100 milhões tem conclusão prevista para 2016. Serão módulos a partir de 3.790 m2, com pé-direito livre de 12 metros, modulação de pilares na proporção 24 X 22 m, nove docas elevadas com niveladoras e pisos em concreto nivelados a laser.
De acordo com o secretário da Indústria Comércio e Mineração (SICM), James Correia, o projeto vai complementar os esforços de logística do Governo da Bahia e auxiliar no processo de desenvolvimento de outras empresas, ampliando as oportunidades de negócios. “Estamos querendo adensar a nossa cadeia de autopeças – que irá servir à Ford, JAC e Fóton – e o empreendimento se encaixa perfeitamente nessa estratégia”, explica o secretário.
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