Apenas três Ministérios Públicos estaduais são chefiados por mulheres
por Cláudia Cardozo
Ediene Lousado é uma das poucas do país | Foto: MP-BA
As mulheres ainda são minoria nos postos de chefia do Ministério Público. Apesar do Ministério Público da União ser comandado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, nos estados, essa representação ainda é pequena. Dos 27 Ministérios Públicos estaduais, apenas três, atualmente, são comandados por mulheres. Na Bahia, o MP é chefiado pela procuradora-geral de Justiça, Ediene Lousado, reconduzida ao posto na terça-feira (6). Ela foi a primeira mulher a comandar o Parquet Baiano. No Espírito Santo, o Ministério Público é comandado pela procuradora Elda Spedo e, em Roraima, é conduzido por Elba Christine Amarante de Moraes. No Ministério Público Federal (MPF), seis mulheres comandam as Procuradorias Regionais. No Distrito Federal, o MPF é chefiado pela procuradora da República Ana Carolina Alves Araújo Roman. Em Minas Gerais, a procuradora chefe é Isabela de Holanda Cavalcanti. No Mato Grosso, a gestão do órgão está com a procuradora Vanessa Zago. No Paraná, a chefe é a procuradora da República Paula Cristina Conti. No Rio Grande do Norte, é conduzido por Caroline Maciel da Costa Lima da Mata e no Rio Grande do Sul, por Claudia Vizcaychipi Paim. Das regionais do Ministério Público do Trabalho, seis são comandadas por mulheres. O MPT da 14ª Região é chefiado por Camilla Holanda Mendes da Rocha. O MPT da 6ª Região é comandado pela procuradora-chefe do Trabalho Adriana Freitas Evangelista Gondim. O MPT da 19ª Região é chefiado por Adir de Abreu. O MPT da 3ª Região é conduzido por Adriana Augusta de Moura. O MPT de Campinas, por sua vez, é comandado por Maria Stela Guimarães e o de Santa Catarina por Quézia de Araújo Duarte Nieves Gonzales.
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