Defesa de Temer diz que denúncia de Janot é “ficção” e não prova crime
Foto: BLOG DO FLÁVIO
A defesa do presidente da República, Michel Temer, afirmou em documento entregue nesta quarta-feira, dia 5, à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), que não foi cometido crime algum. Ainda de acordo com os defensores, a denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, baseia-se em uma “peça de ficção”, contendo apenas hipóteses e suposições.
“O presidente da República não cometeu corrupção passiva, e eu lanço um desafio respeitoso aos acusadores para que demonstrem, por meio de um único indício que seja, por mais frágil que seja, que o presidente tenha pedido algo, tenha recebido algo ou favorecido alguém”, disse o advogado de Temer, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, ao entregar o documento.
Janot denunciou Temer ao Supremo Tribunal Federal (STF) por crime de corrupção passiva, com base em gravações e delação premiada dos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos do grupo J&F. O procurador-geral analisa a possibilidade de oferecer outras denúncias, por obstrução da Justiça e organização criminosa. As informações são da Agência Câmara.
Foto: BLOG DO FLÁVIO
A defesa do presidente da República, Michel Temer, afirmou em documento entregue nesta quarta-feira, dia 5, à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), que não foi cometido crime algum. Ainda de acordo com os defensores, a denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, baseia-se em uma “peça de ficção”, contendo apenas hipóteses e suposições.
“O presidente da República não cometeu corrupção passiva, e eu lanço um desafio respeitoso aos acusadores para que demonstrem, por meio de um único indício que seja, por mais frágil que seja, que o presidente tenha pedido algo, tenha recebido algo ou favorecido alguém”, disse o advogado de Temer, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, ao entregar o documento.
Janot denunciou Temer ao Supremo Tribunal Federal (STF) por crime de corrupção passiva, com base em gravações e delação premiada dos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos do grupo J&F. O procurador-geral analisa a possibilidade de oferecer outras denúncias, por obstrução da Justiça e organização criminosa. As informações são da Agência Câmara.
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