terça-feira, 1 de novembro de 2016

Ex-ministros e assessores da ex-presidente Dilma levaram R$7,2 milhões dos cofres públicos

Brasília - DF, 02/12/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante pronunciamento à imprensa no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Quando Dilma Rousseff foi afastada, dia 12 de maio, seus ex-ministros e assessores tomaram R$ 7,2 milhões dos cofres públicos sem trabalhar. É que eles se aproveitaram da “quarentena”, embolsando “vencimentos de transição”, por seis meses, enquanto procuravam empregos no mercado. Isso acaba dia 12 desse mês. O contribuinte pagou mais de R$ 3,1 milhões apenas a ex-ministros do governo Dilma Rousseff.
Todas as quarentenas foram concedidas pela Comissão de Ética Pública, cujos membros foram nomeados pela ex-presidente, claro.
Salários de autoridades demitidas da administração do PT podem chegar ao triplo do teto constitucional.
Aldemir Bendine recebeu R$123 mil por mês como ex-presidente da Petrobras, empresa-alvo do maior escândalo de corrupção da História. Isso sim são férias remuneradas.

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