| Cena de crime foi reproduzida para treinamento policial |
Quarenta e oito policiais da Bahia estão recebendo um treinamento especial, ministrado por agentes de investigação dos Estados Unidos, para elucidar crimes de forma rápida e eficiente. O Curso de Investigação de Homicídio está sendo realizado na sede da Coordenadoria de Operações Especiais (COE) da Polícia Civil, em Salvador, e traz como uma das orientações a necessidade preservar ao máximo a área onde o delito ocorreu.
“A própria população dos Estados Unidos já tem isso internalizado. As forças policiais quando chegam já têm isso internalizado. De que o local do crime tem que ser preservado a todo custo, até que a perícia possa liberar aquele espaço para os demais trabalhos”, afirmou o coordenador de Gestão e Integração da Ação Policial da COE, delegado Evilásio Bastos Filho.
Para Bastos, a troca de experiências com outros países é salutar e possibilita o compartilhamento de métodos diferentes com um único objetivo de elucidar os crimes “com a maior brevidade e exatidão possíveis”: “Acredito que podemos fazer adequações, encurtar caminhos nas investigações de homicídio, pois a diminuição de CVLI [Crimes Violentos Letais Intencionais] é muito importante para o Pacto Pela Vida. Eles [os policiais norte-americanos] trabalham sob um outro sistema jurídico, mas a investigação, os corpos são os mesmos. Ou seja, marcas de crime existem lá e aqui”.
São 28 delegados e investigadores, três peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) e 17 policiais civis de outros estados brasileiros que participam da formação. A capacitação, que vai até a próxima sexta-feira (04), segundo o governo baiano, é fruto de uma parceria do governo federal, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), com a Embaixada Norte-Americana. Quem coordena o treinamento é o comandante do setor de homicídios do Departamento de Polícia de Miami (Miami Department Police-MPD) Carlos Castellano.
Para Bastos, a troca de experiências com outros países é salutar e possibilita o compartilhamento de métodos diferentes com um único objetivo de elucidar os crimes “com a maior brevidade e exatidão possíveis”: “Acredito que podemos fazer adequações, encurtar caminhos nas investigações de homicídio, pois a diminuição de CVLI [Crimes Violentos Letais Intencionais] é muito importante para o Pacto Pela Vida. Eles [os policiais norte-americanos] trabalham sob um outro sistema jurídico, mas a investigação, os corpos são os mesmos. Ou seja, marcas de crime existem lá e aqui”.
São 28 delegados e investigadores, três peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) e 17 policiais civis de outros estados brasileiros que participam da formação. A capacitação, que vai até a próxima sexta-feira (04), segundo o governo baiano, é fruto de uma parceria do governo federal, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), com a Embaixada Norte-Americana. Quem coordena o treinamento é o comandante do setor de homicídios do Departamento de Polícia de Miami (Miami Department Police-MPD) Carlos Castellano.
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