Romário, Ronaldo, Pelé e Zico agem isolados contra crise
Pelé, Zico, Romário e Ronaldo representam quatro gerações de craques do futebol brasileiro. São as vozes mais poderosas dos que vestiram a camisa da seleção. Em meio à crise de escândalos de corrupção que atingem a Fifa, a CBF e outras entidades do esporte, cada um ainda segue um caminho próprio, apesar da intenção do atual senador em reunir o quarteto e outros ex-jogadores pela moralização do futebol nacional.
Confira a posição deles com relação à queda de Joseph Blatter da Fifa, à prisão do ex-presidente da CBF José Maria Marin e às investigações que podem incluir outro ex da CBF, Ricardo Teixeira, e o atual presidente da entidade, Marco Polo Del Nero.
Pelé - Declarou apoio a Joseph Blatter logo após a reeleição do dirigente. Não se manifestou publicamente sobre a queda do chefe da Fifa e nem a respeito de investigações que atingem os que comandam o futebol brasileiro. Já teve vários embates com Romário.
Zico - Por meio de redes sociais, já se lançou candidato à presidência da Fifa . Sempre foi muito crítico em relação à CBF e aos "capos" do futebol mundial. Teve várias desavenças públicas com Ricardo Teixeira, quando este presidia a CBF. O Galinho de Qujntino também já teve problemas com Romário, mas os dois entraram em acordo há três anos.
Romário - Está a frente da CPI do Senado que promete vasculhar e detalhes todos os contratos da CBF. Nos últimos cinco anos, tem sido o maior adversário da CBF. Já entrou em choque com Pelé, Zico e Ronaldo.
Ronaldo - Era bem próximo de José Maria Marin e Marco Polo Del Nero. Foi membro do Comitê Organizador da Copa de 2014, ao lado de Bebeto e Marin. Sempre manifestou simpatia aos dirigentes da CBF. Na quarta, porém, defendeu a renúncia de Del Nero e declarou apoio à CPI. Esteve brigado com Romário por anos. Voltaram a se falar há pouco tempo.
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