Infelizmente o ocorrido com a jovem será mais um entre milhares de casos de mulheres vítimas do narcisismo e de uma libido patológica de homens que apelam para a violência extrema como forma de subjugá-las.
Nunca foi tão correta nestes tempos estranhos em que vivemos a expressão “confiar desconfiando”.
O assassinato, e provável estupro da jovem Mariana Costa em seu apartamento, é mais um caso para fazer dessa assertiva algo inquestionável. Parece que vivemos num mundo onde todos somos suspeitos ou potenciais suspeitos de cometer qualquer barbaridade a qualquer tempo, a qualquer pessoa.
Mariana foi vítima de uma relação de confiança. Isso mesmo! Achou que poderia confiar no marido sua irmã e se deu desgraçadamente mal. Um caso digno de integrar a série “Suspeito Improvável” do canal Investigação Discovery.
São casos assim que fazem a população pensar em punições mais duras para criminosos frios, calculistas e covardes como cunhado de Mariana.
O que merece um lixo como esse tal de Lucas Ribeiro Porto? Confirmado o estupro seguido de assassinato, o monstro poderá ser obrigado a acertar contas com alguns dos seus futuros dos companheiros de cela lá na Penitenciária de Pedrinhas e, quiçá, ter o mesmo fim que deu para a sua cunhada.
Se a morte de Mariana por si só já é algo revoltante, o que dizer da situação das duas filhas de apenas 9 e 11 anos ao encontrá-la na cena do crime quando achavam que ela estava apenas dormindo? E pensar que o assassino chegou acompanhando a todas no apartamento…
Um leitor informou a este blogueiro que uma amiga da esposa dele, funcionária do Hospital do São Domingos, falou que, além da Mariana, outras 12 mulheres deram entrada lá vítimas de agressões domésticas.
É como bem postou no advogado Luis Antônio Pedrosas na rede social do Twitter: “A morte de Mariana Sarney coloca na ordem do dia a violência contra a mulher. Espero que seu sobrenome empreste mais força ao debate”. Isso mesmo!
Infelizmente o ocorrido com a jovem será mais um entre milhares de casos de mulheres vítimas do narcisismo e de uma libido patológica de homens que apelam para a violência extrema como forma de subjugá-las.
À família da pobre menina rica nossas sinceras condolências e que Deus conforte os corações dos familiares, principalmente das duas filhinhas que Mariana deixou.
Nunca foi tão correta nestes tempos estranhos em que vivemos a expressão “confiar desconfiando”.
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