| Vereadores cobram intervenção na segurança e saúde pública |
Terra dos mistérios insolúveis, como pode se dizer do mau-cheiro noturno que há algum tempo incomodou e inquietou a comunidade, sem que uma resposta satisfatória fosse dada pelas autoridades, a população de Camaçari agora tem mais uma preocupação em mente: a doença sem nome. Após o odor noturno, agora quem ganha espaço na pauta dos jornais e repercute na tribuna da Câmara de Vereadores é o mal estar acompanhado de manchas pelo corpo que acomete os munícipes.
Ainda no setor da Saúde, na sessão desta terça-feira (24), a visita ao Hospital Geral de Camaçari (HGC) e a novela do ‘não repasse’ de verbas, deram o que falar. Os últimos casos de assassinato e supostas falhas no sistema de segurança pública também deram o tom das discussões na Casa.
Segundo os pacientes que foram vítimas da “doença misteriosa”, os sintomas apontados são vermelhidão, prurido (coceira) e, em alguns casos, febre e dor no corpo. De acordo com o diretor da Vigilância Epidemiológica, Celso Joélio, o problema está sendo investigado. Já foram feitos testes de sarampo, rubéola, dengue e chikungunya, mas os exames deram negativo. Mas, os vereadores cobram ações mais incisivas. “Senhor secretário de Saúde, vamos ver o que é isso ai, muita gente se queixando e ainda não tem diagnóstico”, alerta o vereador Jorge Curvelo (DEM).
Dentre os problemas identificados em visita ao HGC, o que mais repercutiu foi a contradição entre a informação prestada pelo secretário da Fazenda, Camilo Pinto (durante sessão de prestação de contas) e o relato do coordenador e assessor da Diretoria Geral do HGC, Wanderlino Santana. Segundo os vereadores, o secretário disse que a Prefeitura disponibiliza R$ 1,5 milhão por mês para o hospital, além de funcionários. No entanto o coordenador desmente a informação. “Ele afirmou que lá não entrava um centavo”, ressaltou o vereador Zé do Pão (PTB). Apesar de quê, ao ser procurado por nossa reportagem, Camilo explicou de que forma e por onde o repasse é feito. O que parece não ter sido levado em conta pelo vereador.
Os últimos casos de violência registrado nos últimos dias também foram lembrados. “Aqui está se matando como se mata mosquito da dengue”, declarou Zé do Pão, que sem considerar o tempo do novo comandante à frente do 12º BPM, disse que “depois que o comando mudou, todo dia se mata dois, quatro, cinco”. E na mesma linha de Zé do Pão vai o vereador Junior Borges (DEM), que defende uma intervenção rápida do secretário estadual de Segurança Pública. “É preciso trazer o secretário de Segurança Pública para esse município; não só trazer para ouvir, mas trazer para apresentar soluções”, sugere o democrata.
Já quem ‘sentiu na pele’ os reflexos da violência, mesmo podendo engrossar a fileira dos dos seus pares requerentes duma intervenção na segurança do município, o vereador Antonio Elinaldo (DEM), que perdeu o sobrinho na última sexta-feira (20), vítima de assassinato, preferiu apenas lamentar. “Eu vivi isso esse final de semana. Eu sou tio, me sinto magoado nesse momento”, comentou o vereador, preferindo não se estender no assunto.
Os problemas referentes à agressão ambiental, limpeza pública e mobilidade também permanecem na pauta. O acidente do último domingo (22), envolvendo o vereador Wilton de Ferrinho (SD), também foi lembrado em plenário, rendendo duras críticas ao que foi chamado de "estado de má conservação da estrada da Cetrel".
Segundo os pacientes que foram vítimas da “doença misteriosa”, os sintomas apontados são vermelhidão, prurido (coceira) e, em alguns casos, febre e dor no corpo. De acordo com o diretor da Vigilância Epidemiológica, Celso Joélio, o problema está sendo investigado. Já foram feitos testes de sarampo, rubéola, dengue e chikungunya, mas os exames deram negativo. Mas, os vereadores cobram ações mais incisivas. “Senhor secretário de Saúde, vamos ver o que é isso ai, muita gente se queixando e ainda não tem diagnóstico”, alerta o vereador Jorge Curvelo (DEM).
Dentre os problemas identificados em visita ao HGC, o que mais repercutiu foi a contradição entre a informação prestada pelo secretário da Fazenda, Camilo Pinto (durante sessão de prestação de contas) e o relato do coordenador e assessor da Diretoria Geral do HGC, Wanderlino Santana. Segundo os vereadores, o secretário disse que a Prefeitura disponibiliza R$ 1,5 milhão por mês para o hospital, além de funcionários. No entanto o coordenador desmente a informação. “Ele afirmou que lá não entrava um centavo”, ressaltou o vereador Zé do Pão (PTB). Apesar de quê, ao ser procurado por nossa reportagem, Camilo explicou de que forma e por onde o repasse é feito. O que parece não ter sido levado em conta pelo vereador.
Os últimos casos de violência registrado nos últimos dias também foram lembrados. “Aqui está se matando como se mata mosquito da dengue”, declarou Zé do Pão, que sem considerar o tempo do novo comandante à frente do 12º BPM, disse que “depois que o comando mudou, todo dia se mata dois, quatro, cinco”. E na mesma linha de Zé do Pão vai o vereador Junior Borges (DEM), que defende uma intervenção rápida do secretário estadual de Segurança Pública. “É preciso trazer o secretário de Segurança Pública para esse município; não só trazer para ouvir, mas trazer para apresentar soluções”, sugere o democrata.
Já quem ‘sentiu na pele’ os reflexos da violência, mesmo podendo engrossar a fileira dos dos seus pares requerentes duma intervenção na segurança do município, o vereador Antonio Elinaldo (DEM), que perdeu o sobrinho na última sexta-feira (20), vítima de assassinato, preferiu apenas lamentar. “Eu vivi isso esse final de semana. Eu sou tio, me sinto magoado nesse momento”, comentou o vereador, preferindo não se estender no assunto.
Os problemas referentes à agressão ambiental, limpeza pública e mobilidade também permanecem na pauta. O acidente do último domingo (22), envolvendo o vereador Wilton de Ferrinho (SD), também foi lembrado em plenário, rendendo duras críticas ao que foi chamado de "estado de má conservação da estrada da Cetrel".
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